Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Oceano de livros

Como no mar, nos livros eu mergulho. me perco e me encontro, sinto-me em paz e acima de tudo sou mais autenticamente eu própria. In ocean or book, I dive in, I lose myself and find myself, but above all, it's when I more my real me.

Oceano de livros

Como no mar, nos livros eu mergulho. me perco e me encontro, sinto-me em paz e acima de tudo sou mais autenticamente eu própria. In ocean or book, I dive in, I lose myself and find myself, but above all, it's when I more my real me.

24
Nov19

desafio dos pássaros #11-“Um dia na tua família… do ponto de vista do teu animal de estimação ”


Inês Norton

IMG_20160222_144956.jpg

IMG_20191115_194939.jpg

Eu com saúde versus Eu no último internamento (Nov.2019)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olá eu sou a Lili, tenho quase 16 anos e este tema caiu no colo da dona logo no dia em que a Veterinária sugeriu que antes de eu entrar em sofrimento deveria ser eutanisiada por isso embora hajam mais animais cá em casa outra cadela, a Mel, um cão o Fisher e uma gata energica de nome Alma, a cabeça e a rotina dos donos só estão viradas para mim pois infelizmente eu estou a morrer…

 

Tenho um sopro no coração e desde do mês passado fico volta e meia uma semana internada a soro, depois volto para casa passa-se uma duas semanas em que estou bem, depois passo dias a vomitar e volto a ficar internada e o meu corpo está a desistir, o meu coração já causou problemas renais e gastrointestinais, já estou com um ligeiro edema plumunar, e os donos resolveram que eu iria para casa até à próxima consulta, pois embora se tenham passado 12 anos desde que fui abandonada e o meu dono recolheu-me da rua eu vivia no pânico de novo abandono. Mas nesta casa só tive amor e cuidado.

 

A dona trabalha fora mas conforme o horário passeia os manos antes e depois do trabalho, o dono é o responsável pela medicação e por me alimentar que eu já não como por mim e perdi tanto peso que se não for assim não estava ainda aqui.

 

Eu vou vivendo cada dia como o milagre que é ainda cá estar, mas sei que os donos sofrem com a minha iminente partida, que nem este texto está a sair como a dona pretendia, mas o que importa é eu saber que fui amada e que eles estão a fazer tudo para que eu parta sem sofrimento e junto deles em casa como aconteceu ao Tico e não longe de casa a sentir novo abandono. Ainda assim eu sei que tive mais sorte que muito animal que nunca chegou a ter um lar ou amor depois de ter sido descartado pelos donos originais.

 

Inês d’Eça

 

 

 

 

3 comentários

Comentar post

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo